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214 Dias na Estrada: Uma Jornada de Desafios e Superação

Ouça o texto, nesse áudio:





 

Nesta jornada, compartilho em primeira pessoa a minha experiência ao longo de 214 dias na estrada, onde o trabalho, as descobertas e os desafios se entrelaçaram de forma marcante.


Trabalhar e contribuir com as empresas visitadas foi uma missão crucial, não apenas para meu crescimento pessoal, mas também para o impacto positivo que pude gerar em diversas organizações. Em números, isso se traduz em 4 milhões de visualizações, um feito monumental alcançado em cada empresa que tive a oportunidade de auxiliar.


A grandiosidade desse número é surpreendente, revelando como pequenas ações podem resultar em conquistas extraordinárias. A análise dos resultados no Google Maps sempre me surpreende, e para evidenciar isso, compartilho um e-mail emocionante que recebi diretamente do Google Maps.



Google maps - Guia local google
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Convido você a explorar mais profundamente essa história única e conhecer os detalhes desse trabalho inspirador. Clique aqui


Foram mais de 9 voluntariados, culminando na honrosa posição de Embaixador Worldpackers, com mais de 5 avaliações positivas* de anfitriões.


Esta jornada não se limitou apenas aos laços da Worldpackers. Fiquei em pousadas, chácaras e casarões, lugares incríveis que não foram mencionados na plataforma.


Numa conversa com um amigo em minha cidade, ele questionou a natureza das pessoas, com uma visão sombria. Respondi que essa visão muitas vezes é moldada pelo que vemos na TV e em nosso círculo fechado, mas na estrada, buscando oportunidades, tudo muda. Ao descer alguns degraus, abaixar a cabeça e ser mais humilde, conheci pessoas incríveis. Posso afirmar que 95% delas foram verdadeiramente boas, deslumbrantes. Só tenho gratidão a Deus por tudo.


Não romantizo os desafios, pois sei que existem os 5% que podem mexer com nossa mente e nos fazer questionar a razão de certos acontecimentos. Mas sou forte, e com Deus ao meu lado, acredito que novos caminhos serão abertos para me fortalecer nessa fase complicada. Tudo passou, foi passageiro, com seus percalços. Estamos na estrada para resolver problemas e superar desafios.


Sim, estava na estrada sem uma previsão concreta de quando e como chegaria a algum lugar. Essa incerteza fazia parte do jogo, com destinos planejados apenas para os próximos 30 dias, permitindo-me organizar minha trajetória conforme as respostas das empresas.


A primeira semana foi um misto de desafios e superações. Em Salvador, passei por um momento delicado, como detalho mais aqui "CLIQUE AQUI". Abalou minha mente, mas não me derrotou. Resolver é a palavra de ordem.


Na estrada, busquei parcerias e trabalhos, realizando projetos que variaram entre conclusões e outros que permaneceram como valiosas experiências. Alguns foram tão bem-sucedidos que até hoje continuam me chamando para retornar, algo muito gratificante.


Ficar 214 dias na estrada, subindo em direção ao norte, transformou-se em uma experiência incrível que marcou um novo capítulo em minha vida. Não é o fim, mas sim o começo de uma jornada que pretendo estender para conhecer ainda mais o Brasil e levar meu trabalho a diferentes lugares. Entender a vida dos empresários, seus problemas e desafios tornou-se uma parte fascinante dessa trajetória.


A ausência de uma data de retorno trouxe ainda mais desafios, principalmente quando algo maior, algo divino, me forçou a voltar. Descobri que estava cego, uma surpresa desconcertante. Deus estava falando comigo, pedindo que voltasse para casa. Não gostei da notícia, abalou-me profundamente, mas decidi encarar de frente. Se Deus queria isso, eu aceitava. Resolveríamos os problemas necessários e fecharíamos esse ciclo.

De volta à minha cidade natal, iniciei o tratamento. Planos de saúde relutantes em arcar com os custos, valores exorbitantes para recuperar a visão, mas estamos na luta para que a justiça seja feita.


voltando para casa
dagopaulor

A volta trouxe mais desafios, como o falecimento de uma parente distante. Levar minha mãe e tias ao enterro em outra cidade foi uma experiência difícil, e uma tia começou a passar mal, levando-nos ao hospital. Visitá-la foi reconfortante, mas parecia uma despedida. Algumas semanas depois, ela partiu. Uma tia que era como uma mãe, uma freira. Uma dura realidade.


Posso afirmar que a estrada me preparou para enfrentar esses desafios. Desde meu retorno, não vejo nada do olho esquerdo, mas agradeço a Deus pela força e sabedoria para enfrentar isso. Lidar com a cegueira diariamente não é fácil, mas a jornada me ensinou ter paciência e a importância de ter fé. O caminho é longo, mas estou pronto para os próximos capítulos, com a convicção de que essa história está longe de terminar.



Como o Ninja diz:

Então como todo mundo aqui dirige, vocês têm na frente de vocês um aparelho celular, um aplicativo que se chama Waze, quando você erra ao caminho, ele começa a chorar? Ele começa a se lamentar?


Você já viu o Waze chorar, ai meu Deus do céu eu errei a porra do caminho, você não vê o que ele faz.


Ele já arruma normalmente e taca pau. Vamos embora. Já arrumei.

Qual o problema? Já está concertado continua andando, pode aumentado a distância do caminho, mais a gente não para, então por isso que acontece na vida, vocês estão vendo como tudo é uma oportunidade.

Se você está olhando, uma oportunidade de crescimento, vocês estão vendo, ninguém ensinou isso, ensinou a gente a ficar chrando. A ficar se lamentando, ficar pondo a culpa no outro. A culpa é sua meu e vamos embora, não tem, vamos embora, já tem coisa para fazer!

Veja o vídeo: Clica aqui


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1 Comment

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Guest
Feb 10
Rated 5 out of 5 stars.

Que trajetória bonita. Escreve bem, parece sua mãe!

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